ÉTICA.
VOCÊ VIU POR AÍ?

Celina Maria S. de Castro Paiva


1º encontro — 15/setembro/2007


 

 

         De modo muito dinâmico e compartilhado, a Profa. Celina iniciou o curso de Ética, em 15 de setembro.
         Para “aquecer” os participantes fez duas dinâmicas iniciais: uma com bexigas e a outra de relaxamento. Em seguida, passou um clipe com imagens bem sugestivas, para que o grupo fosse capaz de montar um conceito sobre CONDIÇÃO HUMANA, pois, para ela, é impossível falar em ética, sem ter clareza do que envolve o ser humano.
         O homem é um ser:
                     
                       material;
                       racional;
                       psíquico;
                       social / político;
                      capaz de conviver / aceitar normas;
                      capaz de ser livre;
                      ético / estético;
                      espiritual.

A construção da ética é um PROCESSO, que acompanha o ser humano desde criança. Quando muito pequena, ela tem uma autonomia inconsciente e, com a convivência familiar e “de rua”, aprende a respeitar regras e desenvolve a heteronomia. Na fase adulta, a pessoa pode ser moral, imoral, amoral.
         A ética é a ciência da moral, com princípios e valores que organizam a sociedade. A moral é a ação do sujeito, a parte prática da ética. Varia de acordo com a época e a cultura.
       Um referencial importantíssimo nesse assunto é a educação, para determinar que tipo de cidadão desejamos formar. Quando os valores são aplicados ao sistema, desenvolve-se a CIDADANIA. Quando não, há o individualismo, a busca do poder, o desrespeito, a violência, a corrupção, a distorção da “verdade”, o CAOS!

          Após INTENSA REFLEXÃO sobre os pontos acima, houve a parada para o café, um bate-papo descontraído e a volta para a sala, onde, mais uma vez, Celina utilizou uma dinâmica, para descontrair os presentes.

         Na 2ª parte da manhã, ela trabalhou com um texto sobre liberdade:
“Liberdade: caminho obrigatório” (do livro “Sem medo de voar” – Pe Beto). 

         Ressaltou que a conquista da liberdade é um desafio pessoal, pois exige autocrítica e respeito mútuo!
 

 



 

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